Espiritismo ensina a viver

nov-06

A aceitação da vida depois da morte e de outros factos relacionados com a transcendência, hoje em dia, já não depende da crença, da fé ou de qualquer predisposição misteriosa relacionada com a natureza íntima de cada um.

Com toda a abundância de dados concretos e observações experimentais confirmadas por fontes diversas da maior honestidade, a aceitação de tais fenómenos situa-se apenas no domínio da INFORMAÇÃO CULTURAL e da curiosidade intelectual.

Necessário será que a pessoa dê um passo para tomar conhecimento de factos e razões que dizem respeito à origem e destino de todos nós e que explicam de forma abrangente a natureza e as qualidades do mundo que habitamos e toda a sua complexidade.

Este blogue tem o intuito de oferecer a todas as pessoas, quer estejam ou não identificados com o espiritismo, uma oportunidade de tomarem conhecimento e de se informarem, numa base de abertura a variados aspectos culturais e científicos.

Chamo a Vossa boa atenção para o facto de que o o espiritualimo científico, como frequentemente Léon Denis referia a respeito do espiritismo, é uma prestigiada FORMA DE CULTURA honrada pela adesão de intelectuais de elevadissima categoria, nascida há século e meio, em França.

ATENÇÂO: o espiritismo possui uma ética moral assumida que o torna factor de satisfação cultural, conforto e paz espiritual. O seu exercício e os seus ensinamentos primam pela honestidade e DEVERÃO SER PRESTADOS SEMPRE DE FORMA COMPLETAMENTE GRÁTIS.

Este local é destinado ainda, e naturalmente, a todos aqueles que já sentem um genuíno interesse pelo espiritismo como ciência da observação que também é doutrina filosófica.

O espiritismo é uma cultura tolerante e, se a sua divulgação obedecer – como deve – a princípios de elevação moral, intelectual e cultural que lhes imprimiu a obra do seu fundador, não imporá ideias nem figuras dogmáticas e olhará a razão olhos nos olhos – como explicitamente referem os textos da codificação:

No “Evangelho segundo o Espiritismo”, na parte final do nº 7 do Capítulo XIX pode ler-se:

“—A resistência do incrédulo, convenhamos, quase sempre se deve menos a ele do que à maneira pela qual lhe apresentam as coisas. A fé necessita de uma base, e essa base é a perfeita compreensão daquilo em que se deve crer. Para crer, não basta ver, é necessário sobretudo compreender. A fé cega não é deste século. É precisamente o dogma da fé cega que hoje em dia produz o maior número de incrédulos.
Porque ela quer impor-se, exigindo a abdicação de uma das mais preciosas prerrogativas do homem: a que se constitui do raciocínio e do livre-arbítrio.
É contra essa fé, sobretudo, que se levanta o incrédulo, o que mostra a verdade de que a fé não se impõe. Não admitindo provas, ela deixa no espírito um vazio, de que nasce a dúvida.
A fé raciocinada, que se apóia nos fatos e na lógica, não deixa nenhuma obscuridade: crê-se, porque se tem a certeza, e só se está certo quando se compreendeu. Eis porque ela não se dobra: porque só é inabalável a fé que pode enfrentar a razão face a face, em todas as épocas da Humanidade…”

A internet, que serve para tão inúmeras coisas, é também uma valiosa plataforma de encontros pessoais e enriquecimento cultural.
À medida do interesse dos visitantes, farei portanto os possíveis por construir um genuíno local de encontro para enriquecimento das nossas vidas e troca de informações importantes.

A todos os visitantes as mais calorosas boas-vindas, votos de felicidade interior e paz espiritual.

Este endereço, recentemente inaugurado continuará a ser enriquecido com dados, comentários, informações, referências de interesse cultural, etc.

Oxalá continue a ter utilidade e interesse para todos os que o visitam.

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